
Eu quero que o sol se ponha em aquarelas e meus que meus pés estejam salgados e cheios de areia enquanto miro um abismo cor castanha. O mesmo que cai outras vezes, que me enganei, me encontrei, te encontrei. Eu quero o brotar de uma alegria ao canto da boca, enquanto afagos distraem meus pensamentos. Eu quero o entrelaçar dos dedos, até o prata brilhante sair da água. Eu quero o abrigo do abraço enquanto o relógio tic-tacteia sem perceber. Eu quero o não-fim.
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