
E insistia em querer saber os porquês de continuar com aquilo que não era amor, nem raiva. Era vontade? Um querer sem ter. Um amar sem saber mais o que, pra que, por que. Um não amar? Um mar. No seu quebrar em espumas e sal. No seu par perfeito de areia e sol. Sol e vão. Um vão. Em palavras desconexas. Solidão. Um ouvi dizer. Nada. Te dizer. Nada. Silêncio. Alma. Tudo ou nada? No mais... Amor que não é amor vira amizade, desejo, vontade. Vira tudo que tem amor disfarçado de não amor cheio de porquês. No amor que é amor não há dúvidas só o incerto e o não medo, que não é coragem, de ir. Voar. Amar. Mar.

5 comentários:
Meio que complexo, mas você tem o dom!
Espero que uma dia entendam tamanha filosofia, como entendi... muito boa postagem! Vc foi bemm fundo! Identifiquei meu momento... Obrigado! VLW!
Agradeço os elegios! Também espero que um dia entendam os meus devaneios talvez não tão filosoficos, mas que são eu (meus).
pra que querer saber o que? sentir basta.
Achei o texto um pouco confuso, mas eu não me encontro em um bom momento para copreender as coisas, mas eu li os outros textos e gostei muito ! Você escreve muito bem, parabéns.
Estou te seguindo.
Se puder dê uma passadinha no meu Blog :
http://aposatempestade.blogspot.com/
Beijos ;*
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