Maré

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Assim como tudo vem e vai, num movimento incansável de ondas de um mar verde- acinzentado, dores são como amores e tempestades de verão.

As mão em ritmo acelerado, as ondas eletromagnéticas cerebrais vagueiam por lugares distantes, querendo tê-lo perto. Ainda podia sentir o calor e o sussurar de palavras que chegavam ao arrepio em pêlo.

Filosofia incompreensível, ser ou não ser, já sendo e ainda eis a questão insolúvel. Descrente e cansada, flutua em vácuo e lágrimas... talvez até em sorrisos... sim! também em sorrisos de cócegas.

Sono sem sonhos, a imensidão de uma escuridão solitária. Onde vão parar as cores? Talvez no reflexo de cores primárias de uma gota de chuva, que acorda, que lava almas e avessos descoloridos.

assim como tudo vai e vem, estações de trem cinzentas, tulmulto e vazio... lá dentro ainda faltava algo. (!)

3 comentários:

Mary West disse...

Tem gente q nunca nem percebe o que realmente falta.

Mary West disse...

E assim sempre seremos adoravelmente mutaveis.

Anônimo disse...

Pinhos!

Q lindo! esse sentimento indescritível eu conheço... infelizmente... =*

ass Mari